Na letra e canção Caetano faz uma homenagem á geléia geral do Torquato, fiquei sabendo dessa história muito recentemente, para o menino de pés descalços cajueiro era um artificio de sonhos, arvóres, aprendi cedo, devem dar frutos e projetar passagens mágicas, desciamos pelos galhos sem arrancar folhas, na sombra montavamos a estratégia de ataque ao inimigo imaginário, as nódoas ficavam na camisa, enquanto comiamos a polpa do caju, nem sempre amargo. A cajuina só viria mais tarde em forma de poema e pelo correio, enviada por uma mãe ingênua, já na época em que os cajus cresciam na garrafa de cachaça...
“They” don’t want you to know this
Há 12 horas


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