

Esse é um espaço para comentários sobre temas diversos numa linguagem bem próxima ao martelar das palavras na mente do autor, algo sem nenhuma missão ou visão pré-concebida, diversão é a palavra...


o balde de jabuicabas do deputado, pode ser amplificado se uma análise sistemática da forma de ocupação do território nacional fosse incluída no cardápio. Com o obetivo de prepar o Estado de Roraima para proteger a fronteira, o governo, via constituição de 1988, cruz credo, implantou:

saturno ou marte alinham-se em angulo de quarenta e cinco graus com a lua cheia, chamamos de estrela dalva essa combinação, mesmo com dados imprecisos, pode-se entoar o canto e colocar rebento no mundo que eles, com ou sem coletiva do mpf, lá estarão, porém, encerra-se o ciculo e lá estaremos nós miguantes e orfãos da beleza daquela lua e daquela estrela... mídia, abusas da tua natureza e não tens nenhuma palavra pura, jogas ao sabor dos interesses e nao apresentas uma página limpa para manifestação sintese da justiça, procuradores é o que são, mas não podem pensar numa lua tão bela como ribalta, tuas mãos estão sujas desde aquela midiática celebração da falta de ética e de pudor, o pudor da dúvida, do direito de defesa, o pudor da verdade, da vontade popular não sabem dizer, sao doutores em roupa de doutores, voz de doutores, para incriminar basta o verbo, para o demais cabe o sigilo e o rigor formal das leis que criaram, protocolos e vozes unissonas, soberba e empáfia, jargão e acento na penúltima silaba, "não haverã moleza para esses reús", para esse que atende por contribuinte, que paga os salários generosos dos doutos, que generosa e ingenuamente fazem pender o fiel da balança para uma ideologia só e para um grupo só, sem discrição ou obsequiosa busca da verdade, condenam sem apresentar provas, oxalá as provas sejam cabais e definitivas, estaremos assim privados de uma injustiça coletiva, mas isso não inocenta a barbarie midiática dessa data, cincodeagostodedoismilenove, e dizer que estamos nas terras mais ricas e civilizados da zona temperada do meio gaucho, lua nao te escondas, alumia nossos sonhos, porque nossa justiça já não é cega mas corre em segredo de justiça as provas, não os condenados por doutores do ministério, santo, espirito, nem tanto.....
Graças a elas, podemos quebrar a glicose e transformar respiração em energia...poderia começar assim uma nota de rodapé sobre o papel das mitocôndrias para os seres vivos, leio também, que elas seriam nossa referência ancestral, uma espécie de fóssil da vida que já postula todas as informações para definir nossos laços de parentescos e a nossa origem, etc. Não vai longe o destino de um só, afinal, somos, todos os seres vivos, parentes, primos em algum grau, mesmo distantes, primos, parentes, vale a metafóra, energia, uma função isolada que repõe a vida e ainda registra tudo, uma pequena consciência, desagregada que seja, da nossa casa das máquinas e de como somos capazes de extrair energia do ar para impulsionar o bólido, sem rumo é verdade, mas com uma impressionante química regular e evolutivamente eficiente, nada mais, os outros arranjos humanos deveriam contemplar a beleza desses 'organelos celulares' e sopesar a arrogãncia com uma dose generosa de simplicidade e objetividade. Vale o mesmo para o mercado dos jogadores, para a vida dispersa nos bairros afastados do centro econômico e no viaduto da joao pessoa??? Sempre os mesmos indivíduos há dezoito anos, entra governo e sai governo, entramos para governos e saímos de governos, e não sabemos como propiciar que mais gente tenha a sua função energética livre e em pleno funcinamento, a cidade se desculpa, faz propagandas, até metas são propostas, mas nada funciona porque não há uma livre expressão das nossas mitocôndrias..."Tem gente tão imbecil, tão ignorante que ainda fala: 'O bolsa-família deixa as pessoas preguiçosas porque quem recebe bolsa família não quer mais trabalhar'.”Lula (31/07/2009)
Nesses termos, assim colocado, fica dificil qualquer defesa sensata do uso dos argumentos e das, tão importantes para todos nós, evidências empíricas, honestamente, torço com todas as forças que me são próprias, para que chegue ao fim esse inusitado rosário de impropérios e que acabe, do verbo vai embora sem deixar saudades, esse governo e, com ele, a lógica populista e caudilhista (diz-se de quem governa com arroubos e cretinices e que faz do país o paraíso do coitadismos), resigno-me a esperar e rogar, para que nao caiamos novamente nesse triste e demagógico conto da bolsa perdida, no final apulpos e vaias, que é o que cabe fazer um cidadão comum que honra suas limitações e respeita instituições, por fim, uma outra frase da ex- folha de são paulo, antes tão combativa, hoje omissa e conservadora, "Em particular, se nenhum de nós é
especial, o bom exemplo de cada um conta muito mais do que a percepção ingênua nos sugere" (AHA)...



"Não tem coisa mais fácil do que cuidar de pobre, no Brasil. ComUuma defesa parcial, mesmo que nao tenha ainda um fio condutor universal, seja lá o que isso significa, precisa de coragem e uma estratégia bem definida, no futebol, costuma-se chamar de burra a defesa em linha, sempre aparece um gaiato para desmonta-la colocando um adversário na cara do gol, no nosso caso, a defesa da crítica ao assistencialismo do bolsa família vai seguir um raciocinio parecido, nao temas, diria o técnico aos agentes da defesa, agentes no caso, são os beneficiários, principal é o governo que paga para ver, mas nao recebe o mesmo tratamento porque as informacoes são desequilibradas para o lado dos agentes, estranhos movimentos, subterrâneos, não conseguimos ajudar os que precisam, porque os incentivos estão errados, transferências de renda unilaterais não encontram agentes tolos e alinhados ao governo...nao ajudas a quem enganas, e, como no caso da linha, ao oferecer o "impedimento", acaba ensinando a nao fazer, a nao ser, a nao se libertar das privaçoes tuas, mas por que continuamos a jogar esperanças nessa farra? Nao me ocorre nem um novo incentivo e muito menos uma resposta sem óbvias dúvidas, mas sempre fica a sensação de que pegamos o atalho, fugimos ao embate, apenas tentando colocar o problema em impedimento, o caminho mais facil, porque nao temos uma consciencia clara das consequencias e porque o nivel de tolerancia a equivocos tamanhos é enorme, para ficar apenas no superlativo....
dez reais, o pobre se contenta; rico não, por mais que você libere, quer sempre
mais, nunca se conforma." (Lula – 15/07/2009)

A Serra da Capivara em São Raimundo Nonato no Piauí, no sul do Piauí, guarda alguns segredos. Assim como a sétima cidade, não conheço suas façanhas, mas o que produz de belo e enigmático nas retinas tortas do bardo essa luz que ofusca e esses traços de registros temporais imprecisos, são absolutamente inequivócos e reais, como se um ancestral no lombo de um burrego nos morros do cerrado de dentro, percorresse uma memória irracional, que apenas sentimos quando fechamos os olhos de volta para o passado, por lá fui rei da fogueira, campeiro, era caçador coletador, pertencia a casta dos parias e perambulava livre e sem medos, apenas a luz daquela caverna ofuscava minha racionalidae prática e obrigava-me a desenhar na encosta daquele ermo o meu diário de caças, chorava a dor da ignorância, e da sensibillidade da luz nascia a beleza rude e a imaginação daquele chão ...





a significância do termo bravo, serve para realçar a ignorância
do notável evento, somos todos, ingleses, para inglês ver, nada há que nos diga como construir a paz, ou equilíbrio. Ao sul do mampituba, lobos, numa ilha na praça da matriz, tentam arrancar a nacos o que a frágil democracia cosntruiu heroicamente, sempre viva na memória, mensalou um dizímo para a vinheta da globo, nas páginas do hebdomadário perdura uma insensata campanha contra o mundo das regras, não há inteligência nessa quadra, apenas a vilânia de alguns articulistas combinados com a obreira obra, naquele jornal morrem os que
acreditam na sistemática busca, amém.



Quem eu pudera ter sido,
Que é dele?
Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse
menos!










polifonica e madrigal, ela, a bailarina, nao sabe o que dizer enquanto gesticula com o nariz, a mao espalmada tenta acalmar as narinas num gesto delicado mas de efeito real, feiticeira de faixas, divertida e inteligente, como todas as fadas, mas nao sabe o que quer dizer o seu sobrenome alemao, de gestos largos, e frases curtas de efeito tepido como a agua de banho daquela queda dagua em melbourne, ou em mangaba, outro tanto, sua vida em codigo nao revela, seguidamente, ainda moram na mesma rua, na mesma casa separada, mas em dias, irao ter, em anedoticas bebedeiras, uma grande e inusitada noite de alegrias, diz que dança, mas eu nao sei....


Exausto

