08 agosto 2009

poema da noite sem luz


Poema trágico: Ai de Mim

"é vão

e tudo é vão

da oca-luz do brilhante

ao escuro-vazio do carvão

(...) vão-se os anéis

os dedos

vão-se, também,

as mãos

tudo o que é

escorre-se à vanidade

extinta

só sobra o nada

o sem bordas

o incolor

o vão

mesmo ele

em vão

esvai-se."

r. ponts

Um comentário:

Duilio de Avila Bêrni disse...

o tchê:
que negócio é este de r. ponts? dois ou mais rauis ponts?
DdAB