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23 junho 2009

O apedeuta

versado em mal uso do vernáculo e em mimetismos macunaimicos, o lenhador de dobras, repete-se na sua saga populista e lugar comum, sem esconder o poder que as pesquisas aglutinam sobre sua pose de líder mundial, nosso deus da glória, vangloria-se de um discurso apaziguador e progressista, num ultraje ao lugar comum, acoberta atos sigilosos, perdoa ou inocenta de inocêncios a reus confessos, lambe as botas da oligarquia da ilha do boi morto, sucumbe diante das evidencias de massacre de cidadaos iranianos, abona a retórica intransigente, fascista e antisemita de um ditador demiurgo, anda gabola a apoiar o desmatamento, ultrapassando o limite dos tres poderes, agora, temos um quarto, populista, sindicalista, de esquerda e pesquisado, pode tudo, açoita, sem vergonhas, a lingua materna, a lógica puritana e insolita, o bom senso, tudo porque soa deus nas suas traquinices e cretinices, a cada dia, uma frase uma vexatória falta de cerimonias com a sabedoria popular, impostos demais para distribuir aos pobres as migalhas, até o belo dia que a riqueza finda, misericordiosamente, aumenta a miséria daquele povo, nosso povo. Como ressoa bem o refrão daquela música nos ouvidos dos aflitos....

14 abril 2009

cornucopia


devo está errado, é uma cisma sem peia, algo da minha cabeça, afinal, reduzir o superavit primario tirando a petrobras da base de calculo nao é uma estratégia oportunista para liberar a caixa das gastanças, nao, é, antes o contrário, uma sensata decisao para evitar o agravamento da crise, afinal, transparencia e sincera competencia nao faltam ao governo e aos diretores da senhora do petroleo brasileiros, sessentona madura, ja atravessou a ameaça de concorrencia dos leiloes competitivos e dos precos liberados, agora quer voltar ao monopólio deslavado e pleno e ao controle de precos com cheque em branco para gastar, nao, eu devo está enganado, vejo pelo em casca de ovo, vejo castelo nas nuvens, poeira nas lombadas dos livros de macro sujeira nas criticas de lucas, vejo até mesmo a volta da insignia lugubre na calada da noite do planalto, tormento siberiano, isso passa na primeira lufada de danos ao poder aquisitivo real, ou do real, diriam uns, mesmo assim, precisava exorcizar essa duvida, afinal que poderes tem os ministros da fazenda no meio da tormenta, senao pregar o que ja estava no economia politica de meados dos cinquenta?!??