01 agosto 2005

Reencontro, ou por que raramente sabemos onde estamos? A crise política domina o debate econômico, todos querem saber como e quando a economia será contaminada. Particularmente, acredito na impossibilidade de uma e de outra saída. Não estamos, certamente, diante de um estadista daqueles que assume o que faz e preserva as instituições, regras e, ao que parece, a economia. Os movimentos pendulares apontam para um populismo de "elite", vejam como eu sou bonzinho, conheço a língua do povo porque já estive lá, sou um deles, apesar dos meus cubanos charutos e do vinho tinto da santa madre, meu chapeu é da isla e eu enterrei o papa. Doravantes, ouviremos a marcha dos todos têm culpa, afinal o caixa não é de dois, mas de todos, não adianta me acusar de comprar deputados e usar contratos de estatais superfaturados para financiar a pantomimia, estarei acima dos mortais, afinal sou de uma outra estirpe, vergado nas fimbrias da ardilosa articulacao politica, no ventre da esquerda progressista, amo as caribenhas, o pacifico e, porque nao, o atlântico, fizemos, mas quem nao fez ou farias...?

3 comentários:

Andre Carraro disse...

Não é que o Sabino além de ter ultrapassado a idade de Cristo, foi além da idade da pena. Devem ser os sinais do fim do mundo.

Andre Carraro disse...

Quero ver se a Mônica vai postar algum comentário. Nem que seja culinário.

Claudio disse...

é a cueca...é a cueca...